Macaé antes e depois

Conseguimos reunir algumas fotografias da praia do pecado e das bases da Petrobras em Imbetiba e Imboassica.

Confiram as mudanças do progresso da cidade.

Parabéns Macaé e obrigado Alex pela ajuda.

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Dirvan Filho – DF2 Filmes

Fala galera, quero deixar a dica do canal de um Brother meu, o cara que teve papel fundamental nas edições dos vídeos do meu canal do Youtube, sobre o Quartinho de Mineração. Fico antecipadamente agradecido quem puder dar uma conferida nos trabalhos dele no Youtube ou mesmo em seu site, pois quem sabe ele pode ajudar em seu negócio também?

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Um conto moderno Carioca

Galera, depois de muito tempo sumido, estamos de volta ao blog com força total. Para recomeço vou postar uma história “venéria” que um amigo viveu e registrou nos mínimos detalhes na cidade do Rio de Janeiro, mas que eu vejo muita semelhança com os acontecimentos aqui de nossa belíssima cidade de Macaé.

Espero que vocês curtam.

Estávamos a fim de tomar um chopinho e comer uma refeição. Tínhamos muita coisa para fazer, mas nos demos o direito a um pequeno prazer: tomar um chopinho gelado no Rio de Janeiro e comer algo para forrar a barriga. Estávamos na Tijuca, lugar quente pacas e para unir o útil ao agradável o que melhor do que um barzinho onde se via servido numa mesa o famoso Brahma Black e escrito numa placa “temos refeições”?

Fomos conferir.

Antes de sentarmos já peguei o cardápio no balcão. Pois é, a partir daí uma série de eventos inacreditáveis deram início.

No cardápio não tinha refeição e nem Chopp. Chamei uma garçonete. A lerda já chega cansada e eu pergunto, “Você pode me trazer o cardápio de bebidas?”

A criatura me traz logo 2 cardápios iguais, que de tão sujos estavam colados um no outro. Beleza, vai ver é azeite. Não sei porque, mas ela levou embora o cardápio de tira-gosto. Após descola-los vejo que estão sem preço.

“Minha querida, quanto é o Chopp claro e o Black?”

“Esse é qual? É aquele da garrafa escura?”

“Não. É um Chopp. Vi um servido ali. Como vc trouxe dois cardápios de bebida sem preço, preciso saber quanto custa o Chopp claro e o Black.”

“Xi, sei não. Acho que o Chopp é R$ 4,50. Esse outro eu tenho que ver. Mas deve ser isso também.”

Ela logo volta e confirma o valor do claro e fala que “o outro” é R$6,20.

“Beleza. Vocês servem refeição sábado?”

“Servimos.”

“E onde está nesse cardápio?”

“Não tem aí não. É outro. O Sr. quer que eu traga?”

“Opa! Ah, mas traz logo um Chopp claro e um suco de laranja para minha mulher, sem açúcar e sem gelo!”

Volta a mulher com meu Chopp e um papel plastificado com algumas opções de refeição. Ela vai logo dizendo que o frango a milanesa não tem. “Na verdade tem, mas acabou”, completa.

“Beleza, eu quero uma carne assada.”

“Certo, mas o Sr. vai ter que ir ali no caixa pagar antes a refeição. Se o Sr. quiser eu pago pro Sr.”

Por que eu não falei, “pode pagar pra mim se quiser?“

“Quer saber, não vou querer essa refeição não.” Tava ali sentado para relaxar! Tudo o que eu queria era curtir meu Chopp quieto e desfrutar de uma comidinha na calma! Não estava a fim de um PF típico da correria semanal. Só quem frequenta botecos sabe que não há nada mais brochante do que quebrar o clima tendo que levantar para pagar após estar sentando já no espírito do relax. “Ok, deixa pra lá. Me traz o cardápio de tira-gostos.”

Pergunta básica: pra que ela levou o cardápio se tem uns 120 iguais no balcão?

Volta ela com o cardápio de tira gosto. Eu peço 2 pastéis (camarão com gorgonzola e camarão com alho poró) e Tais pede 1 bolinho de abóbora com carne seca e catupiry e um salgado diferente: cigarrete de palmito.

A criatura quer levar o cardápio. De novo? Eu pergunto porque essa fixação em levar o cardápio. Ela responde que não sabe gravar direito os pedidos. Pergunto porque não anota e ela diz que não tem onde anotar.

Ela então leva o cardápio, prometendo que irá trazer de volta. Aponta o que pedimos para outra garçonete.

Trouxe o cardápio? Claro que não!

Faço sinal para trazer o cardápio de volta.

Ela traz o de bebida (aquele colado e sem preço)

Graças a Deus ela some e então consigo estabelecer contato com outra garçonete para que me traga o cardápio de tira-gostos. Ninguém mais iria tirar ele de mim agora!

Pelo menos meu Chopp estava delicioso. Acabou rapidamente. Decidi pedir o Black.

De novo a garçonete do início da história é quem vem me atender.

“Esse é como mermo? É aquela cerveja preta?”

“É mas vem numa tulipa de Chopp própria.”

Resolvi puxar papo para que ela relaxasse.

“Vc é de que cidade?”

“De Pernambuco.”

“Sim, mas de que cidade?”

“De Pernambuco mesmo.”

“De que cidade?”

“Perto de Garanhuns.”

“Mas onde perto?”

“Jacuti, conhece?”

“Claro! (mentira) E vc veio pra cá trabalhar?”

“Meu marido veio e me trouxe.”

“Oh, mas vc tem que ser mais esperta para atender os clientes, se não vc vai passar a vida todo correndo atrás de pedido e espantando os clientes que vem de outro lugar, como nós.” Tipo, acorda, filha!

A mulher deu um sorrisinho amarelo e foi trazer meu Chopp.

Nesse interim, outra garçonete apareceu com 1 pastel e uma cigarrete. Lembram-se que eu havia pedido 2 pastéis, certo? Estava com a nota na mão e já foi se justificando: “É porque eu tenho que explicar. Esse aqui é o pastel que o Sr pediu. Esse aqui é porque o rapaz da cozinha se confundiu. É igual ao pastel por dentro, mas é outra coisa.”

Cacete, viu! “Vem cá, o preço é o mesmo? Já estou indo para o segundo Chopp e estou com fome.”

“É o mesmo.”

“Tá deixa aqui.”

A lerda original apareceu com o Chopp Black.

Quando provei, parecia mijo. Uma merda pura. Tais, mesmo grávida, fascinada pela textura do Black, queria um golinho.

“Nem pense nisso! Vai matar nossa filha!”

Então, já percebendo a dificuldade de estabelecer comunicação com as garçonetes, decido anotar meu próximo pedido num guardanapo.

Pelo menos tanto o pastel quando a cigarrete eram deliciosos. A essa altura Tais já estava na metade do suco e nada de seus pedidos chegarem. O que eu pensei? Esqueceram, não anotaram, se confundiram, sei lá. Então decido repetir o pedido.

Anoto que quero um Chopp claro, para tirar o gosto daquela porcaria escura e os códigos do bolinho de abóbora e do pastel de palmito. Anoto também uma cigarrete de picanha para mim. Era bom o negócio mesmo, então, como quem tá na chuva é pra se molhar, vamos lá encarar mais uma cigarrete.

Então quando eu ia entregar o guardanapo com os pedidos, uma terceira garçonete apareceu com os pedidos de Tais. O negócio era tão complicado que decidi manter os pedidos que já tinha escrito. Qualquer coisa eu comia os salgados de Tais se ela não aguentasse.

Não consigo descrever a cara da mulher quando viu que eu tinha escrito o que queria no guardanapo, algo tipo, “como assim ele não vai deixar eu mostrar o cardápio no balcão?” Acho que causei uma revolução no fluxo de informações do lugar.

Eu estava de costas para o balcão, mas Tais disse que o meu guardanapo foi rodando de garçonete em garçonete como numa conferência. Algo nunca visto. “Como assim ele escreveu? Por que será que fez isso?”

Enfim, o papel chegou no balcão.

Tais comeu o seu bolinho de abóbora com uma cara nem de sim nem de não. Acho que ela até esqueceu os ingredientes do bolinho, mas dada a fome, comeu tudo sem pensar. A cigarrete de palmito ela achou ruim.

Chamei então a garçonete que recebeu meu guardanapo e pedi (oralmente) que substituisse a cigarrete de palmito por uma de camarão com alho poró.

Consigo verter o último gole do Black e viro a tulipa para mim. O que vejo escrito? Itaipava Black. Acreditem, a Malte 90 é melhor cerveja do que o Itaipava Black é Chopp. Nunca peçam essa bosta!

Por isso a cara de bunda da garçonete. Ela não entendia o Brahma Black que eu pedi. Mas isso não a exclui da categoria das antas bípedes. Garçonete tem que saber qual chopp que eles servem, oras!

Meu último Chopp veio logo. Em seguida, muito rápido até, veio a minha cigarrete de picanha. Nossa, que evolução!

Mas o melhor ainda estava por vir. A segunda garçonete da história (a lerda de Jacuti não voltou mais na nossa mesa) trouxe o pedido de Tais, que assim que bateu o olho no bolinho já me olhou com uma cara de “what a fuck…”

“Cigarrete de palmito e o bolinho.”

“Mas esse bolinho é totalmente diferente do primeiro. E nós pedimos cigarrete de camarão com alho poró.”

Eu já não sabia mais esconder minha cara de incrédulo com tamanha jumentisse.

“No papel que me passaram tava escrito cigarrete de palmito.”

“Sim, mas nós pedimos para trocar.”

“Tais, deixa quieto. Eu como esse aí.”

“Tá, mas esse bolinho é o quê?”

“Então, esse é o bolinho que a Sra. pediu. Aquele primeiro não era. É porque o rapaz que tava no turno da manhã não sabia fazer e ficou com vergonha de falar. O cozinheiro que está no turno de agora fez direito. A gente não vai cobrar ele da Sra. não.”

Nossa, essa foi bizarra. O primeiro bolinho parecia um bolo de bacalhau. Já o segundo era todo estiloso, com lascas de carne seca por fora.

A essa altura só queríamos terminar o que estava na mesa e vazar. Tais decide provar a cigarrete e descobre que na verdade era o de camarão com alho poró e não o de palmito. Ela achou delicioso e comeu todo, ficando de barriga cheia.

Então eu comecei a comer o bolinho, que era sensacionalmente maravilhoso. Ela então quis provar. Realmente pela cara que ela fez quando comeu o bolinho, deu pra ver que devia ser bem diferente. Ela até comentou: ”Esse sim foi o bolinho que eu pedi. Bem que achei estranho que o outro nem catupiry tinha.”

Beleza, não iria me dar ao trabalho de pedir a conta. Então fui pagar direto no balcão.

A conta veio errada! Mas pelo menos foi ao nosso favor. Em vez de cobrar a cigarrete de camarão com alho poró, cobrou a de palmito, que é mais barata e 1 Chopp não foi cobrado.

Eu ia discutir? Antes que eu falasse que não ia pagar os 10% a mulher disse que era para eu considerar o valor sem os 10%.

Com certeza se não estivéssemos tão bem de espírito teríamos ficado putos com tudo o que ocorreu, mas no fim além de rirmos pacas, conseguimos escrever um conto moderno carioca.

Além disso, descobrimos um lugar, que se vc tiver paciência, espírito leve, levar caneta para anotar em guardanapos e for na parte da tarde, conseguirá comer deliciosos salgados, tomar um delicioso Chopp claro e ao que tudo indica rir bastante e ainda pagar menos do que espera. kkkkkkk

Costa do sol – viaduto

Gosto muito de ver estas fotos antigas e analisar as mudanças que ocorreram.

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Trânsito em Macaé

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Vista aérea de Macaé alagada

Macaé

MRV em Macaé

 

logo MRV com efeito

Estou comprando um apartamento construído pela MRV e tenho ficado irritado a cada dia que passa, pois surgem sempre surpresas inesperadas desagradáveis.

Poderia criar um blog específico para as ousadias que esta empresa vem praticando em Macaé. Não tenho como afirmar que a MRV consiga, também, praticar em cidades que possuam órgãos públicos mais sérios, os mesmos atos imorais que os praticados em nossa cidade.

O ato específico que gostaria de citar hoje é o de SIGILO DE INFORMAÇÕES DOS SEUS CLIENTES. Como todos sabem, para a aquisição de um imóvel, são exigidas uma infinidade de documentos e comprovantes, tais como, contracheque, certidão disso, certidão daquilo e etc.

Pois bem, agora que o meu apartamento está nas vésperas de liberação das chaves, meu email tem sido inundado de fornecedores de móveis, cortinas, e etc. Todos eles possuem minhas informações, ligam inclusive para meu telefone. Para que vocês possam ter uma ideia, eles sabem o número do meu apartamento, coisa que eu nem lembrava mais.

Acredito que a MRV deva fornecer estas informações em troca de comissões das aquisições dos clientes que fecharem negócio. O que vocês acham disso?